ROSWELL - 1947
Cotado como o fenómeno OVNI mais mediatizado e popular de sempre, o caso
de Roswell tem sido ao longo dos tempos vítima de uma intensa
investigação apenas comparável à especulação que se gerou à sua volta. O
inédito sucedeu no dia 2 de Julho de 1947, a 75 milhas de distância de
Roswell, Novo México, local da queda de um objeto não identificado. A
população, apesar de alarmada pelas estranhas luzes que avistaram no
céu, associaram tais fenómenos à base da USAF instalada nas
proximidades. O reconhecimento dos destroços foi seguido quase de
imediato pelo seu transporte para outra base aérea, a de Carswell.
Paralelamente a estes objetos, no mesmo dia e a poucas milhas do local,
seria feita outra surpreendente descoberta, um disco metálico de
proporções modestas que aparentemente se havia despenhado sobre uma
propriedade.
As primeiras declarações, retiradas de uma conferência de imprensa do
comandante William Blanchard, operacional da base de Roswell, apareceram
no diário local no dia 8 do mesmo mês. Anunciava-se a captura de um
"disco-voador" pelas autoridades, relacionando o caso com o estranho
surto de atividade OVNI em território norte-americano. A notícia
depressa correu mundo, mas viria a perder pouco depois a sua validade
oficial com um desmentido por parte do major Jesse Marcel. Este,
acompanhado pelos fragmentos de um balão meteorológico, denunciava um
erro na identificação dos destroços que afinal não passavam de inocentes
pedaços de um aparelho científico. As explicações souberam a pouco e
apenas catalisaram mais a indignação civil que não tem parado de
crescer.
Recentemente surgiu uma nova explicação oficial. Tudo não passara de um
acidente com equipamento de vigilância de um projeto secreto intitulado
Mogul, o qual visava monitorar detonações nucleares provenientes do
bloco comunista. A natureza confidencial da ação levou a um encobrimento
- as duas declarações de imprensa e as gaguejadas explicações que até
ai haviam sido verificadas. Restam assim três teorias sobre o sucedido: a
última, a que defende um real fenómeno alienígena na zona e a de que
tudo não passou de um encobrimento elaborado que visava esconder o
verdadeiro acontecimento a 30 milhas do suposto local da queda.
BÉLGICA - 1989
Segundo o que tem vindo a ser dito, tudo começou a Novembro de 1989, na
zona este do país. Uma enorme vaga de avistamentos de OVNI's, colocou a
Bélgica no Top 10 dos países visitados por entidades alienígenas. Estes
objetos aparentavam uma forma triangular, de cor escura e com 4 focos de
luz, 3 nos vértices e outro no centro. Não seria a sua primeira
aparição pública, mas a enchente, combinada com o fracasso de uma
intercepção a 30 de Março por F-16s belgas acompanhada por leituras de
radar, levariam a uma extraordinária divulgação do fenómeno.
Esta espécie de OVNI's, aliás, não é propriedade única dos belgas.
Tornaram-se comuns as suas visualizações junto a uma base aérea em
Lancashire, Inglaterra, que serve de hóspede a experiências com novos
veículos. Ainda de acrescentar, uma suposta ligação destes aparelhos a
algumas abduções. A especulação quanto à possível origem destes
aparelhos delegamos ao leitor, adicionando apenas mais alguns dados: o
seu tamanho será superior ao de um Boeing 747 (e não por favor) e que, é
capaz de se superiorizar, em termos de velocidade, a um F-16.
VARGINHA - 1957/1996
A cidade de Varginha, tem vindo a afirmar-se como um grande expoente da
ocorrência de fenómenos estranhos e bizarros. A primeira ocorrência terá
sido a 16 de Outubro de 1957, com a abdução de um habitante, António
Villas Boas. Segundo este, ao trabalhar na plantação dos seus pais,
avistou uma luz vermelha que ao aproximar-se revelou ser uma nave que
aterrou nas proximidades. Levado a bordo por três pequenos humanóides
vestidos em fatos metálicos cinzentos, foi submetido a uma série de
testes e, mais tarde, a uma experiência sexual com um ser que aparentava
ser uma mulher e, aliás, a mais bela que ele alguma vez tinha visto.
Isto, aparentemente, para extrair fluidos corporais, incluindo esperma.
Mais recentemente, a 20 de Janeiro de 1996, uma estranha ocorrência
voltou a despertar o interesse nesta pacata aldeia. Desta vez, um
estranho e diminuto ser, aparentemente um Cinzento, segundo as
descrições, protagonizou algumas aparições junto da população. Julgando
ser um animal selvagem, os bombeiros organizaram um grupo de captura,
com sucesso. Porém, pouco depois, o ser viria a ser levado por
autoridades militares, juntamente com um par semelhante avistado na
localidade, apesar de um deles Ter sido dado como morto. Os espécimes
terão levado então um complicado trajeto que os levou até aos EUA,
passando por uma base militar da zona e Brasília, uma cidade do litoral
brasileiro. A versão oficial é de que nada de extraordinário sucedeu
neste caso.
NORFOLK - 1980
O mais importante caso OVNI a ocorrer na Grã-Bretanha, a ponto de
receber a alcunha de "o Roswell britânico", sucedeu no dia 27 de
Dezembro de 1980, na floresta de Rendlesham, em Norfolk. Na noite desse
dia, um estranho sinal surgiu nos radares de duas bases da zona. O
objeto em questão, obviamente desconhecido, pousou na floresta, destino
de uma série de patrulhas. No local, segundo provas reunidas (nas quais
se destacam as gravações das mensagens rádio da polícia), foi encontrada
uma nave de forma cónica, com algum brilho, assente em três apêndices
que constituíam o seu trem de aterragem. Pouco tempo após a chegada das
patrulhas, o OVNI voltaria a levantar voo, fora do alcance de qualquer
intervenção possível.
Norfolk não deixaria, no entanto, de ser novamente palco de outro
fenómeno aparentemente alienígena. Um outro OVNI, por volta de 5 de
Outubro de 1996, percorreria o espaço aéreo britânico, mais
especificamente junto à costa de Norfolk, com vários avistamentos,
incluindo o de civis e de um barco que permanecia junto à zona e
leituras de radar. O objeto, segundo os testemunhos, tratava-se de uma
luz brilhante, a qual mudava intermitentemente de cor (verde, branco e
vermelho). A explicação oficial do fenómeno foi a de que se tratava do
planeta Vénus e de que os UREs haviam sido causados pela torre de uma
igreja da localidade.
GULF BREEZE - 1987
Desde há alguns anos que a localidade de Gulf Breeze, situada no estado
norte-americano da Flórida, tem sido um foco de interesse para vários
investigadores do fenómeno OVNI e outros curiosos do assunto. O fascínio
originou-se entre o período de Novembro de 1987 e Maio de 1988, com uma
vaga impressionante de OVNI's a assolarem a zona. Quem viria a tirar
proveito de tal fato seria Ed Walters, um habitante da região que
conseguiu tirar algumas das fotos mais impressionantes de sempre de
OVNI's. Nestas fotografias surgem com formas semelhantes a discos,
brilhando fortemente. Postas à prova por inúmeras entidades, permanecem
ainda intocáveis. Exceção feita às declarações de um habitante que
afirma ter auxiliado Walters na fabricação de um modelo que apresentou
às autoridades como o verdadeiro objeto visível nas imagens. A
credibilidade de Gulf Breeze, no entanto, não parece ter sido afetada, a
julgar pela quantidade de pessoas interessadas ainda hoje em observar o
céu da zona em busca de uma boa fotografia ou recordação.
IRÃ- 1976
Um dos episódios mais fantásticos de contato entre a força aérea de
qualquer país e um OVNI, até à data, ocorreu no ano de 1976, a 19 de
Setembro. Seguindo uma série de relatos de um OVNI que sobrevoava a zona
de Teerão e após contato radar ser estabelecido com o objeto, foi
destacado um F-4 Phantom com a missão de o interceptar. O relato do
piloto denuncia uma nave com tamanho superior ao de um Boeing e de
brilho bastante elevado. Ao aproximar-se do objeto, teve no entanto de
regressar à base devido a uma estranha falta de energia nos
instrumentos. Porém, quando havia já ganho alguma distância do alvo, os
comandos do avião regressaram à sua operacionalidade normal. Um segundo
caça, confiado com a mesma missão, não teria maior sucesso. Enquanto
continuava a perseguição do objeto multicolor, este tomou,
aparentemente, atos retaliadores: "lançou" um segundo OVNI de dimensões
mais modestas de encontro à aeronave que, sem qualquer outro tipo de
ação possível , manobrou de forma a evitar o objeto, conseguindo com
pouca folga impossibilitar a colisão. O objeto após esta ameaçadora
manobra, regressou à sua origem. O caça viria mais tarde a ser obrigado a
regressar por falta de combustível a tempo de testemunhar o
aparecimento de um terceiro OVNI que descolou do maior vindo a aterrar
no deserto.
Este estranho objeto terá seguido então uma rota paralela ao Equador,
até Marrocos, subindo ainda até Portugal, para mais tarde desaparecer no
Atlântico.
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